Artemec Engenharia

Serviço de inspeção de vasos de pressão em Goiânia com o teste de pressão decidido antes da parada

Quem procura onde fazer teste hidrostático em vaso de pressão precisa de uma decisão anterior: qual exame a categoria do vaso manda fazer e quem responde tecnicamente por ela.

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Uma prestadora de serviços em inspeções de vasos de pressão em Goiânia recebe dois pedidos que parecem o mesmo e não são. O primeiro é o prazo: o vaso precisa de inspeção e a planta quer a data. O segundo chega por ensaio, geralmente na forma de onde faz serviço de teste hidrostático em vaso de pressão. Antes de responder ao segundo, vale olhar o que a NR-13 define como inspeção periódica desse equipamento.

A periódica do vaso é feita de exame externo e exame interno

O subitem 13.5.4.5 estabelece que a inspeção de segurança periódica, constituída por exames externo e interno, obedeça aos prazos máximos da Tabela 2, com base na categoria do vaso. Em estabelecimento sem Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos certificado, os prazos vão de um a cinco anos para o exame externo e de três a dez anos para o exame interno, conforme a categoria vai da I à V.

Essa distância entre os dois exames tem uma consequência prática que costuma passar batido. Quem carrega o calendário do vaso é o exame externo, e é ele que aparece todo ano ou a cada dois anos na programação. O exame interno, dependendo da categoria, pode ficar quase uma década sem acontecer, o que significa que a leitura de espessura feita agora vai ser comparada com uma medição muito antiga, ou com nenhuma. É por isso que a medição de espessura por ultrassom entra em todos os equipamentos que a Artemec inspeciona: sem série histórica, não há taxa de corrosão, e sem taxa de corrosão o parecer sobre a integridade até a próxima inspeção fica sem base numérica.

Onde o teste hidrostático realmente entra

O glossário da NR-13 chama de teste de pressão o termo genérico que compreende as diversas técnicas de pressurização de equipamentos novos ou em serviço, incluindo os testes hidrostático, pneumático, hidropneumático e hidrodinâmico, com a finalidade de detectar vazamentos, atestar a resistência estrutural e verificar a estanqueidade de juntas e de outros elementos de vedação. O ensaio consiste em encher o equipamento e pressurizá-lo até a pressão de teste, que vem do código de construção do vaso, não da prática do executante.

O teste que a norma torna obrigatório é o da fase de fabricação. O subitem 13.5.4.3 exige que os vasos de pressão sejam submetidos a teste hidrostático em sua fase de fabricação, com comprovação por meio de laudo assinado por responsável técnico designado pelo fabricante ou importador, e o subitem 13.5.4.3.1 trata do que fazer quando essa comprovação não existe, com regras diferentes conforme o vaso tenha sido fabricado ou importado a partir de 2 de maio de 2014 ou esteja em operação antes dessa data.

Para o equipamento já em serviço, o teste é uma técnica dentro do plano, escolhida por quem responde tecnicamente pela inspeção. O item 13.3.4 diz que os exames e testes ficam a critério técnico do PLH, observados códigos e normas aplicáveis. O subitem 13.3.4.2 exige que sejam realizados em condições de segurança para os executantes e demais trabalhadores envolvidos. E o subitem 13.3.4.3 acrescenta uma trava para o caminho pneumático: a execução de testes pneumáticos ou hidropneumáticos, quando indispensável, deve ocorrer sob responsabilidade técnica de PLH, com aprovação prévia dos procedimentos a serem aplicados.

O que a prestadora precisa saber antes de cotar

Vaso de pressão não tem preço por unidade porque não tem escopo por unidade. O que define o trabalho é a categoria, e ela sai do cruzamento entre a classe do fluido, definida no subitem 13.5.1.1.1, e o grupo de potencial de risco, estabelecido no subitem 13.5.1.1.3 a partir do produto P.V, aplicados à Tabela 1 da norma. Um vaso com fluido inflamável e um vaso de ar comprimido de volume parecido podem cair em categorias distantes, com regimes de inspeção diferentes.

Junto disso pesam a documentação disponível, listada no subitem 13.5.1.5, e o tratamento das válvulas de segurança, que pelo subitem 13.5.4.9 devem ser desmontadas, inspecionadas e testadas em prazo adequado à manutenção e não superior ao previsto para a inspeção periódica interna do vaso que elas protegem. O número do certificado de inspeção e teste da válvula é conteúdo mínimo do relatório, pelo subitem 13.5.4.11, então ele precisa existir antes de o documento ser fechado.

Goiânia como praça de operação

A NR-13 não fala em cidade nem em distância. O que ela exige é responsabilidade técnica de PLH sobre a inspeção. A geografia decide a programação: quanto tempo entre a decisão e a equipe em campo, e quanto custa voltar quando o exame interno indica um ensaio adicional. Com base em Goiânia, a Artemec organiza a mobilização a partir da janela da planta, e não o contrário.

O que sai junto com o relatório

O relatório de inspeção do vaso identifica o equipamento, a categoria, os fluidos de serviço, o tipo de inspeção, os exames e testes executados, os resultados, as recomendações, o parecer conclusivo quanto à integridade até a próxima inspeção e a data prevista para o próximo exame. O que a Artemec acrescenta é o passo seguinte, que o subitem 13.3.8.2 atribui ao empregador: cada recomendação devolvida com responsável, prazo e evidência, mais o documento formal de caracterização dos equipamentos que não se enquadram na norma, o que evita a cobrança de prontuário e categoria para quem está fora do campo de aplicação.

Referência normativa: consulte a NR-13 vigente publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O enquadramento definitivo de cada equipamento e a escolha de exames e testes dependem da análise do Profissional Legalmente Habilitado (PLH) e dos códigos aplicáveis.

Dados que definem o escopo antes do preço

Classe do fluido

Enquadramento do produto contido nas classes A, B, C ou D do subitem 13.5.1.1.1.

Produto P.V

Pressão máxima de operação e volume interno, que definem o grupo de potencial de risco.

Categoria

Resultado da Tabela 1, que determina os prazos máximos de exame externo e interno.

Documentação

Prontuário, registro de segurança, relatórios anteriores e certificados dos dispositivos de segurança.

Acesso e preparação

Condição para o exame interno, com limpeza, abertura e liberação sob dono definido.

Válvulas de segurança

Prazo de desmontagem, inspeção e teste, e emissão do certificado exigido no relatório.

Inspeção, testes e orçamento de vasos de pressão

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Perguntas frequentes

Onde fazer teste hidrostático em vaso de pressão?

O teste é executado no local do equipamento, dentro de um plano definido pelo PLH responsável pela inspeção. Pelo item 13.3.4 da NR-13, exames e testes ficam a critério técnico desse profissional, e o subitem 13.3.4.2 exige que sejam realizados em condições de segurança para os executantes. O teste obrigatório por norma é o da fase de fabricação, previsto no subitem 13.5.4.3.

A inspeção periódica do vaso inclui teste hidrostático?

A inspeção periódica é constituída por exames externo e interno, nos prazos da Tabela 2 da NR-13, conforme a categoria do vaso. Um teste de pressão pode integrar o escopo por decisão técnica do PLH ou nas situações previstas no subitem 13.5.4.3.1, quando falta comprovação documental do teste hidrostático de fabricação.

Pode ser usado ensaio pneumático no lugar do hidrostático?

Em equipamento em serviço, o subitem 13.3.4.3 admite testes pneumáticos ou hidropneumáticos quando indispensáveis, sob responsabilidade técnica de PLH e com aprovação prévia dos procedimentos a serem aplicados. Na etapa de fabricação, o documento de perguntas e respostas do Ministério do Trabalho e Emprego considera esses ensaios equivalentes ao hidrostático, desde que executados conforme o código de projeto.

Quanto tempo o vaso pode ficar sem exame interno?

Depende da categoria. A Tabela 2 da NR-13 fixa, para estabelecimento sem SPIE certificado, prazos máximos de exame interno que vão de três anos, na categoria I, a dez anos, na categoria V, com prazos de exame externo entre um e cinco anos. O enquadramento na categoria depende da classe do fluido e do produto P.V, e é confirmado pelo PLH.

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Descreva o vaso, a classe do fluido, a pressão de operação e o volume para uma leitura da categoria e do exame aplicável.